D’repente 30…

Publicado: junho 20, 2011 em Uncategorized

Coisas que aprendi com a vida!

Aprendi . . .

– que a maior obrigação que tenho na vida é ser absolutamente fiel àquilo que sinto . . .

– que é possível perceber o caráter de uma pessoa apenas prestando atenção nas coisas que a fazem rir . . .

– que o fato de uma pessoa deixar de me amar não impedirá que eu continue amando-a, mas impedirá que eu fique por perto, mendigando seu amor . . .

– que só se ensina realmente as crianças através de exemplos e atitudes e não com palavras vazias . . .

– que carinho não se implora jamais . . .

– que se não estou com vontade de fazer alguma coisa, não preciso fazê-la apenas para agradar alguém . . .

– que ciúme não tornará a pessoa amada mais fiel . . .

– que dizer “muito obrigado”, “por favor”, e “com licença” não custa coisa alguma . . .

– que a lealdade é um dos sentimentos mais bonitos que existem . . .

– que orgulho não leva a lugar algum . . .

– que por mais irritantes que nossos pais nos pareçam, eles são únicos e farão muita falta algum dia . . . E que, por mais incrível que pareça, o mesmo vale para os irmãos!

– que reconhecer meus erros e dizer “me desculpe” não é tão difícil assim e que se a pessoa a quem eu, de alguma forma, magoei ou ofendi, não quiser aceitar minhas desculpas o problema já não é mais meu . . .

– que não há medicina preventiva melhor do que beber muita água . . .

– que por mais vezes que eu tropece, nem sempre vou cair. Às vezes é preciso apenas um pouco de equilíbrio para evitar a queda. . .

– que por mais vezes que eu caia e me machuque, sempre vou levantar e seguir em frente. . .

– que, na maior parte das vezes, as pessoas esperam que eu diga o que elas querem ouvir e não aquilo que realmente penso . . .

– que a pergunta “tudo bem?”, em geral, é feita somente por convenção e não porque a pessoa realmente queira saber como eu estou . . .

– que não devo sentir vergonha de meus sentimentos . . .

– que um sorriso sincero é capaz de rejuvenescer muitos anos . . .

– que não devo confiar em quem distribui elogios a todo o momento. . .

– que não devo refrear as lágrimas, sob pena de explodir . . .

– que o fato de não ter ninguém olhando não é motivo para eu fazer o que não faria se estivesse em público . . .

– que não devo tomar atitudes e decisões quando estou com raiva . . .

– que por mais apavorado que eu esteja jamais devo permitir que o medo me paralise. . .

– que não é minha idade que determina se sou velho ou jovem e sim minha capacidade de rir de mim mesmo, de me permitir brincar feito criança e de constantemente me admirar com as coisas que me cercam. . .

– que, no final, a única coisa que realmente importará serão as lembranças de minhas ações e dos sentimentos que despertei nos demais . . .

– que quando a comida não estiver boa, basta acrescentar alguns temperos. E QUE O MESMO VALE PARA A VIDA . . . SEMPRE!

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